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4/6/2009 10:00 -
Djalma Dias (ex-zagueiro do Palmeiras, Botafogo e Santos)
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Clique na imagem acima e conheça a carreira de Djalminha, ex-meia e filho de Djalma Dias.
DJALMA DIAS
Um dos maiores zagueiros da história do futebol brasileiro, Djalma Pereira Dias Júnior, o Djalma Dias, morreu no dia 1º de maio de 1990, no Rio de Janeiro (RJ).
Nascido no dia 21 de agosto de 1939, na capital carioca, Djalma Dias foi um zagueiro extremamente técnico. Ele começou a carreira de jogador no América, clube que defendeu entre 1959 e 1961.
Mas a melhor fase de Djalma Dias foi mesmo defendendo o Palmeiras, de 1963 a 1967. Ao lado de Ademir da Guia, Dudu, Valdir Joaquim de Moraes e outros craques, ele formou fortes times alviverdes na década de 60. Pelo Verdão, atuou em 239 jogos (150 vitórias, 44 empates, 55 derrotas) e marcou dois gols, segundo o Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.
Depois do Palmeiras, de onde saiu brigado, Djalma Dias defendeu o Atlético Mineiro, em 1968, o Santos, de 1969 a 1970, e o Botafogo do Rio, de 1970 a 1974.
Os principais títulos conquistados por Djalma Dias foram o carioca de 1960, pelo América, e os paulistas de 1963 e 1966, pelo Palmeiras.
Ele é pai do bom e polêmico meia Djalminha, que também brilhou com a camisa palmeirense e ainda defendeu o Flamengo, o Guarani, o Deportivo La Coruña (Espanha), entre outros times.
Curiosidades
- Djalma Dias defendeu o Palmeiras entre 1962 e 1967;
- Também foi campeaõ paulista de 1969 e campeão do Torneio Laudo Natel em 1970, pelo Santos Futebol Clube;
- Ele foi titular da Seleção Brasileira nas eliminatórias para a Copa de 70. O time de João Saldanha tinha: Cláudio; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Clodoaldo (ou Piazza) e Gérson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Edu.
Aeroporto de Congonhas, no dia 6 de setembro de 1965: o Palmeiras embarca para, um dia depois, entrar para a história ao golear a seleção do Uruguai por 3 a 0. O Palmeiras vestiu sozinho a camisa da CBD no Mineirão, no dia 7 de setembro de 1965. O primeiro à esquerda, carregando duas bolsas, é o goleiro Valdir Joaquim de Morais (atrás, o ponta Gildo, encoberto). Não identifiquei a pessoa que está ao lado de Odilon Sandoli (o careca) em primeiro plano, mas atrás, você vê Mário Moraes, Jordão Bruno Saccomani, Djalma Dias e Milton Peruzzi. Os quatro últimos já são falecidos.
Na foto abaixo você vê os jogadores da Seleção Brasileira "B" em 1965. Essa foto é histórica porque naquele domingo foi a única vez na história do futebol brasileiro que nossa seleção jogou duas vezes no mesmo dia e contra duas seleções européias.
Naquele 21 de novembro de 1965 a seleção "A" do Brasil, com Pelé, dirigida por Vicente Feola, empatou em 2 a 2 com a União Soviética, à tarde, no Maracanã. O Brasil "A" jogou com Manga(Botafogo-RJ), Djalma Santos(Palmeiras-SP), Bellini(São Paulo-SP) depois Mauro Ramos(Santos-SP), Orlando Peçanha(Santos-SP) e Rildo(Botafogo-RJ); Dudu(Palmeiras-SP) depois Roberto Dias(São Paulo-SP) e Gérson(Botafogo-RJ); Jairzinho(Botafogo-RJ), Flávio(Corinthians-SP) depois Ademar Pantera(Palmeiras-SP); Pelé(Santos-SP) e Paraná(São Paulo-SP). Os mais de 113 mil pagantes viram no estádio Mário Filho, o Maracanã, os gols de Gérson e Pelé para o Brasil, e os gols de Banichevski e Slava Metreveli para a União Soviética. O último gol foi o célebre episódio em que o goleiro Manga, em pleno Maracanã, bateu o tiro de meta na nuca do jogador soviético (Slava Metreveli). A bola voltou em direção à meta de Manga e só parou no fundo do gol.
À noite, no estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em São Paulo, o time que você está vendo abaixo (Brasil "B") foi dirigido por Aymoré Moreira (da Portuguesa) e Luis Alonso Peres (o Lula do Santos), ambos já falecidos. Os 25 mil pagantes presentes no Pacaembu, viram o o árbitro Eunápio de Queirós apontar oito vezes para o centro do campo: Brasil 5x3 Hungria. Os gols do Brasil "B" foram marcados por Servílio (2 vezes), Lima, Abel e Nair. A Hungria descontou com Ferenc Bene, Ernö Solymosi e Florian Albert.
por Gustavo Grohmann e Rogério Micheletti.
Em pé: Fernando Cauzo Filho (podólogo da seleção), Carlos Alberto Torres, Félix, Lima, Djalma Dias, Edilson e o capitão Procópio. Agachados: roupeiro Romeu, Marcos, Prado, Servílio, Nair, Abel e o massagista Macedo.
Em pé: Joel Mendes, Leo Oliveira, Ramos Delgado, Djalma Dias, Turcão e Rildo. Agachados: Manoel Maria, Pitico, Picolé, Djalma Duarte e Abel.
Em pé estão o goleiro Pompéia (mineiro de Itajubá), Milton Paquetá, Djalma Dias, Wilson Santos, Amaro, Ivan e o massagista Olavo. Agachados: Danilo (o primeiro), Calazans (o segundo), o baiano Fontoura (o terceiro), reserva de Quarentinha quando o América foi campeão carioca em 1960 e que também defendeu Vitória da Bahia, João Carlos (o quarto) e Serginho (o último). A foto de Sarkis, no Pacaembu, é de 1962
Lance de gol na partida entre Palmeiras e América de Rio Preto disputada no dia 29 de agosto de 1965, quando por sinal Tubá machucou o joelho e nunca mais foi o mesmo. Vejam Ambrósio (camisa 3 do Mecão) e o ex-goleiro Valdir Joaquim de Moraes disputando uma jogada aérea. Na foto também aparecem, a partir da esquerda, Ferrari, Cuca (camisa 10), Dudu, Milton, Tubá (de joelheira) e Djalma Dias (camisa 3 do Palmeiras). Naquela ocasião, o Verdão venceu o jogo, válido pelo Campeonato Paulista, por 1 a 0
Vejam a saudosa academia do Verdão em 1965, que conquistou o título do Torneio Rio-São Paulo. Em pé, da esquerda para a direita, temos Djalma Santos, Valdir, Valdemar Carabina, Djalma Dias, Dudu e Geraldo Scotto; agachados Gildo, Servílio, Tupãzinho, Ademir da Guia e Rinaldo
Ao lado de Ademir da Guia, Dudu, Valdir Joaquim de Moraes e outros craques, Djalma Dias fez partes de fortes times alviverdes na década de 60.
Foto rara. Veja uma das quatro seleções que Vicente Feola treinou (muito mal) no primeiro semestre de 1966 com vistas à Copa da Inglaterra. Lá, demos vexame em Liverpool. Em pé: Murilo, Fábio, Djalma Dias, Edson Cegonha, Sebastião Leônidas e Dudu. Agachados: Pai Santana, Jairzinho, Célio, Tostão, Lima e Ivair.
E aqui está Ademir da Guia em sua posição normal, em 1963. Em pé vemos Djalma Santos, Valdir, Tarciso, Djalma Dias, Zequinha e Geraldo Scotto; agachados vemos Gildo, Vavá, Servílio, Ademir da Guia e Bececê, que chutava forte como um coice de mula
Em pé: um médico, Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Filpo Nuñez, Djalma Dias, Dudu, Geraldo Scotto, Santo, Tarciso e Picasso. Agachados: Germano, o massagista Reis, Gildo, Servílio, Tupãzinho, Ademir da Guia, Rinaldo, Dario Alegria, Nélson Coruja, Júlio Amaral e Ferrari. Esse Palmeiras conquistou o Torneio Rio-São Paulo de 1965
A Seleção Brasileira de Masters de Luciano do Valle deixou saudades. Encheu estádios em duas edições da Copa Pelé no País, e fez a torcida relembrar de grandes craques do passado. Esta foto foi tirada em 12 de outubro de 1986 no estádio Zezinho Magalhães, em Jaú. Mostra, da esquerda para a direita em pé, Renato, Eurico, Djalma Dias, Jaime, Clodoaldo e Marco Antônio; agachados estão Gil, Dicá, Lola, Romeu e Edu
Equipe do Santos em 1969, no Maracanã, antes da histórica partida do milésimo gol de Pelé contra o Vasco. Em pé: Carlos Alberto Torres, Agnaldo, Ramos Delgado, Djalma Dias, Clodoaldo e Rildo. Agachados: Mané Maria, Lima, Edu, Pelé, Abel e o massagista Macedo
Neste Palmeiras dos anos 60, estão em pé: Djalma Santos, Valdir, Carabina, Djalma Dias, Dudu e Ferrari. Agachados: Germano, Ademar Pantera, Servílio, Ademir da Guia e Rinaldo
Clique no rosto dos jogadores e conheça a história de cada um deles na seção "Que Fim Levou?"
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