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12/2/2009 12:15 -
Pelé, o Atleta do Século
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Ouça aqui-os inesquecíveis Pedro Luiz e Edson Leite transmitindo o Brasil na Copa de 58, na Suécia, em nosso primeiro título mundial. A dupla fez a Rádio Bandeirantes atingir mais de 90% de ibope.
Pelé, o Édson Arantes do Nascimento, nascido em 23 de outubro de 1940, mineiro de Três Corações, foi eleito por diversas entidades como o "Atleta do Século XX", superando nomes históricos das mais diversas modalidades.
Falar mais do maior jogador de futebol de todos os tempos seria redundância, já que ele é uma referência para qualquer pessoa que se interesse por esporte, independentemente de idade, sexo, time ou nacionalidade.
Pelé é a pessoa melhor dotada por Deus para exercício de uma atividade específica. Talvez seja o único ser humano a ter atingido a perfeição em sua especialidade. Sim, pense aí, caro internauta, em qualquer gênio da história, em todos os campos, e eles merecerão notas tipo 9.5, 9.6, 9.7, 9.8, 9.9, mas 10.0... só Pelé!!! Mas, ressalvamos aqui que “o futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes”, conforme ensinou o italiano Arrigo Sacchi.
E mais: Pelé é, seguramente, a pessoa mais fotografada da história e supera o Papa e o presidente dos EUA. É que os papas e os presidentes americanos são transitórios, ocupam o posto rotativamente, e Pelé é eterno, insubstituível, único. Ele nunca deixa, deixou ou deixará o trono da figura mais conhecida e fotografada do mundo.
Assim, o Portal Terceiro Tempo de Memória Esportiva, modestamente – e bota “modestamente nisso” – publica abaixo 0,000000000000000001% das fotos tiradas de Pelé ao longo de décadas, nos quatro cantos do mundo.
Mas começamos o “Portal Pelé” com o áudio de uma de suas maiores façanhas: os oito gols que fez em Machado, goleiro do Botafogo de Ribeirão Preto (SP), em 1964, na Vila, pelo campeonato paulista. Aqui, você ouve os melhores momentos de Santos 11x0 Botafogo e até mesmo o goleiro Machado. Ele tomou 11 e evitou outros 25.
Ouça o jogo Botafogo de Ribeirão Preto 0x11 Santos.
Ouça a entrevista de Machado.
Veja abaixo, em um trabalho de pesquisa exclusivo do site Terceiro Tempo (feito por Breno Menezes), diversas curiosidades sobre Pelé.
Pênaltis perdidos por Pelé:
17/10/56 - Santos 4 x 2 Jabaquara - Fininho defendeu
Árbitro: Haray Davies
30/09/62 - Santos 3 x 1 Comercial - Aníbal defendeu
Árbitro: Eunápio de Queirós
2/06/63- Santos 2 x 0 F.C Schalke 04 (Alemanha) - chutou para fora
Árbitro: Roomer (holandês)
30/09/64 - Santos 1 x 1 Corinthians - Heitor defendeu
Campeonato Paulista
Árbitro: Armando Marques
25/03/65 - Santos 5 x 4 Peñarol - Maidana defendeu
Libertadores da América
Árbitro: Luiz Ventre
14/07/65 - Santos 6 x 2 Noroeste - chutou para fora
Campeonato Paulista
Árbitro: Albino Zanferrari
15/08/65 - Santos 3 x 1 Prudentina - chutou para fora
Campeonato Paulista
Árbitro: Airton Vieira de Morais
29/01/67 - Santos 2 x 4 River Plate (Argentina) - chutou para fora
Amistoso Internacional
Árbitro: Henry R. Landaner
26/03/67 - Santos 1 x 2 Vasco - chutou para fora
Roberto Gomes Pedrosa (Robertão)
Árbitro: Armando Marques
1/04/67 - Santos 1 x 1 São Paulo - chutou para fora
Roberto Gomes Pedrosa (Robertão)
Árbitro: José Astolfi
5/03/69 - Santos 0 x 1 Guarani - chutou na trave
Campeonato Paulista
Árbitro: José de Oliveira
12/05/71 - Santos 1 x 0 São Bento - Lourenço defendeu
Árbitro: Carlos Afonso Lopes
23/05/71 - Santos 4 x 3 Oriente Petrolero (Bolívia) - chutou para fora
Amistoso Internacional
Árbitro: Jorge Antequera
3/10/71 - Santos 1 x 0 Cruzeiro - Hélio defendeu
Campeonato Nacional de Clubes
Árbitro: Armando Marques
Acima, a camisa que um torcedor ganhou de Pelé e foi autografada pelos integrantes da Seleção Brasileira de 1969, durante um jogo contra a seleção da Fifa.
Terceiro Tempo mostra agora os jogos em que Pelé foi expulso. Em seguida os jogos em que o mais genial jogador de todos os tempos trocou a linha pelo gol
Jogos em que Pelé foi expulso
22/17/57 - Santos 1 x 0 Corinthians Campeonato Paulista Árbitro: Juan Brozzi
19/07/59 - Santos 0 x 0 Seleção de Pernambuco Amistoso Árbitro: Alfredo Bernardes Torres
Foram expulsos também, Dorval, Fioti e Getúlio
10/09/61 - Santos 3 x 0 Botafogo-SP Campeonato Paulista Árbitro: Romualdo Arpi Filho
19/11/61 - Santos 0 x 1 América-RJ Taça Brasil Árbitro: Armando Marques
15/08/63 - Santos 1 x 4 São Paulo Campeonato Paulista Árbitro: Armando Marques
Partida encerrada aos 8 minutos do segundo tempo, pois o Santos ficou com 6 jogadores em campo. Coutinho foi expulso e Aparecido, Dorval e Pepe saíram contundidos.
10/01/65 - Santos 2 x 3 Botafogo-RJ Torneio Rio-São Paulo Árbitro: Albino Zanferrari Expulsos também: Manga e Paulistinha
8/12/65 - Santos 1 x 0 Vasco Taça Brasil Árbitro: Armando Marques Expulsos também: Geraldino, Lima, Orlando, Ananias, Luizinho e Zezinho
3/11/66 - Santos 2 x 6 Cruzeiro Taça Brasil Árbitro: Armando Marques Procópio também foi expulso
28/02/67 - Santos 2 x 1 Colo Colo Amistoso Internacional Árbitro: Jayme Amor Também foram expulsos: Zito e Eruz
15/08/68 - Santos 2 x 3 Vasco Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) Árbitro: Agomar Martins (expulso aos 30 minutos do segundo tempo)
Data indefinida - Santos 2 x 1 River Plate (Argentina) Amistoso Internacional Árbitro: Ângelo Coereza
20/11/68 - Santos 3 x 1 Grêmio-PA Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) Árbitro: Agomar Martins (expulso aos 30 minutos do segundo tempo)
23/11/69 - Santos 0 x 2 Atlético Mineiro Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) Árbitro: Amílcar Ferreira (expulso aos 25 minutos do segundo tempo)

Quando Pelé substituiu o goleiro
1959 - Pelé substituiu Lalá em uma partida contra o Comercial de Ribeirão Preto. O goleiro santista desmaiou após uma pancada na cabeça.
19/01/64 - Pelé substituiu Gilmar, que foi expulso, em um Santos 4 x 3 Grêmio, no Pacaembu, pela Taça Brasil. árbitro: Teodoro Nitti
14/11/69 - Santos 3 x 0 Botafogo-PB Amistoso Quando Pelé anotou o 999º gol de sua carreira; substituiu Jair Pessoa, o Jairzão. Jair foi goleiro da Prudentina e hoje é aposentado. No jogo, o técnico Antoninho pediu ao arqueiro para simular uma contusão, fazendo com que Pelé fosse para o gol, a fim de evitar que o 1000º gol acontecesse fora do eixo Rio-SP.
19/06/73 - Santos 4 x 0 Baltimore Bays (Estados Unidos) Amistoso Internacional
Pelé substituiu Cláudio
Veja o Rei antes de um jogo contra o Guarani de Campinas. Em pé: Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Marçal, Cláudio, Rildo e Clodoaldo. Agachados: Edu, Lima, Toninho Guerreiro, Pelé e Abel. A Macaca é o narrador e comentarista Oliveira Andrade e o Urso é o repórter e também comentarista Luis Ceará. À época, os dois faziam bico para ajudar o Bugre a construir o Brinco de Ouro da Princesa.
Confira abaixo, relatos surpreendentes de Pelé e outras curiosidades quando ele vestiu a camisa 10 do Fluminense.
O Terceiro Tempo agradece ao internauta Aroldo Ferraz e ao site www.fluminense.com.br, pelas informações e curiosidades enviadas.
E Pelé vestiu mesmo a camisa 10
As emoções da Copa do Mundo, com o Brasil cruzando os mares e terras na fase de preparação , e os mil problemas dos noticiários que aguçava o interesse dos leitores da imprensa, devem ter encoberto um dos momentos históricos na vida tricolor: Pelé vestindo a camisa 10 do Fluminense, jogando durante 45 minutos em defesa das cores do Flu. Com a camisa branca (também) de tantas tradições.
Foi o treinador Paulo Emílio quem trouxe a foto batida no exterior. E ele mesmo conta que o grande imortal atacante do Brasil foi quem lhe disse textualmente:
- É uma foto histórica, Paulo Emílio. E eu gostaria de vê-la publicada.
Além do Santos, clube que defendeu durante toda sua carreira, Pelé apenas uma vez vestiu a camisa do Vasco e, já no fim de suas atividades de atleta, a do Cosmos, onde ainda figura como public-relations e onde encerrou sua vida de jogador de futebol.
Pelé considera essa foto histórica por dois motivos: jamais havia vestido a camisa tricolor, de Álvaro Chaves, e foi essa (segundo ele próprio) a última vez que entrou em campo para jogar uma partida de futebol.
- Daqui para frente, o futebol para mim será extra-campo. Peladas com amigos, sim. Nada mais. Dentro de um estádio, amistosa ou oficialmente, nunca mais. Nem mesmo em jogos benemerentes.
Tudo aconteceu durante a excursão do Fluminense no continente africano em Abril de 1978, onde fez três partidas: a primeira contra a seleção da Nigéria, em Lagos, no dia 22 de abril, quando o time tricolor venceu por 3 a 1. Pelé atuou pela equipe local. O segundo, no dia 26 de abril, também em Lagos, contra o Racca Rovers, da Nigéria, em Kaduna, com o Fluminense saindo ganhando por 2 a 1, gols de Marinho e Artur. Foi esse o jogo histórico, no qual o maior jogador de futebol de todos os tempos atuou toda a segunda etapa com a camisa 10, ao lado dos jovens da atual geração das Laranjeiras. A terceira e última partida do Fluminense foi contra o IICC Shooting Star, em Lagos, Nigéria. Resultado: 1 a 1, com gol de Marinho.

Confira acima foto da primeira partida de Pelé no Santos. O "Rei", ao contrário do que se pensa, não estreou contra o Corinthians de Santo André, mas sim na vitória por 6 a 2 sobre o Clube Recreativo Vasco da Gama, o Vasquinho. Pelé marcou duas vezes sobre o rival local. A partida foi disputada em 26 de agosto de 1956, no próprio Urbano Caldeira, casa do Santos.
O Vasquinho jogou com a seguinte formação: Serginho; Toninho, Ronaldo, Pereco e Aníbal; Ayala e Joel; Naldo, Zezé, Odair e Ivo. O Santos entrou com: Alemão, Enock, Marcelinho, Realista e Ari Silva; Darci e Bodinho; Raimundinho, Pelé, Waldir e Ivan.

Quem não se lembra do Mercedes Benz-69, zero quilometro, que o Rei Pelé ganhou do saudoso empresário alemão Roland Endler logo após fazer seu milésimo gol no Maracanã? Naquele tempo, carro importado era mosca branca no Brasil. Pois bem, em 1974, próximo já do 5º aniversário do gol mil, e às portas da Copa da Alemanha, a montadora alemã Mercedes Benz trocou o carro do Rei. Recolheu o modelo de 1969 e o substituiu , sempre de graça, por um 280-S, zerinho. Mas, o tempo passou e Pelé passou o carro adiante. Pois, não é que agora a Mercedes Benz “saiu à caça” do mesmo carro para comemorar os 35 anos do histórico gol de Pelé contra Andrada? Não foi fácil, o carro havia passado por 18 mãos e estava em péssimo estado. O que fez a Mercedes? Comprou o carro e o “reconstruiu” com peças originais da época num trabalho dificílimo, quase “artesanal”. O resultado você vê acima com o presidente da Mercedes Benz do Brasil dando o carro de novo para Pelé. Agora, o Rei decidiu: não vende o Mercedes S-280 – 74, “zerinho” nunca mais! E veio blindado, como blindados eram os ossos do Rei. Incrível, como ninguém nunca o quebrou!
A foto, do dia 19 de setembro de 1965, antes de um Santos 0x1 Palmeiras (gol de Ademar Pantera), é do jogo de despedida do zagueirão Calvet. Em pé: Ismael, Lima, Laércio, Geraldino, Zito, Calvet, Mauro, massagista Macedo e Gylmar. Agachados: Toninho Guerreiro, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
Na foto acima você vê Pelé, lá no cantinho, cantando o hino nacional, antes da final do Paulistão de 1973 contra a Portuguesa. Os dois times estão enfileirados. A partida, após 120 minutos, foi para os pênaltis. À época o árbitro Armando Marques errou na contagem dos pênaltis e decretou o Santos campeão. A Portuguesa, mesmo constatando o erro, deixou o campo. Reclamou depois e acabou dividindo o título estadual de 1973 com o Santos FC. Da esquerda pra direita: Orlando Plantullo, massagista Moraes, Cardoso, Zecão, Wilsinho, Isidoro, Calegari, Cabinho, Eneas, Xaxá, Pescuma, Basílio, Badeco. Lá ao fundo, os dois primeiros do Santos são Carlos Alberto Torres, e o Rei Pelé.
Falando um pouco de história, Pelé foi um dos 47 jogadores convocados, pelo técnico Vicente Feola, para o período de treinamento que visava conquistar a Copa da Inglaterra e, consequentemente, o tricampeonato mundial de futebol. Infelizmente deu tudo errado.
Os 47 jogadores convocados, devido a forte pressão dos dirigentes dos clubes, para o período de treinamento em Serra Negra-SP e Caxambu-MG como preparação para a Copa de 66, na Inglaterra, foram: Fábio – São Paulo, Gylmar – Santos, Manga – Botafogo, Ubirajara Mota – Bangu e Valdir – Palmeiras (goleiros); Carlos Alberto Torres – Santos, Djalma Santos – Palmeiras, Fidélis – Bangu, Murilo – Flamengo, Édson Cegonha – Corinthians, Paulo Henrique – Flamengo e Rildo – Botafogo (laterais); Altair – Fluminense, Bellini – São Paulo, Brito – Vasco, Ditão – Flamengo, Djalma Dias – Palmeiras, Fontana – Vasco, Leônidas – América/RJ, Orlando Peçanha – Santos e Roberto Dias – São Paulo (zagueiros); Denílson – Fluminense, Dino Sani – Corinthians, Dudu – Palmeiras, Edu – Santos, Fefeu – São Paulo, Gérson – Botafogo, Lima – Santos, Oldair – Vasco e Zito – Santos (apoiadores); Alcindo – Grêmio, Amarildo – Milan, Célio – Vasco, Flávio – Corinthians, Garrincha – Corinthians, Ivair – Portuguesa de Desportos, Jair da Costa – Inter de Milão, Jairzinho – Botafogo, Nado-Náutico, Parada – Botafogo, Paraná – São Paulo, Paulo Borges – Bangu, Pelé – Santos, Servílio – Palmeiras, Rinaldo – Palmeiras, Silva – Flamengo e Tostão – Cruzeiro (atacantes).
Dos 47 convocados por Vicente Feola, para esse infeliz período de treinamentos, acabaram viajando para a Inglaterra os seguintes 22 "sobreviventes": Gylmar e Manga (goleiros); Djalma Santos, Fidélis, Paulo Henrique e Rildo (laterais); Bellini, Altair, Brito e Orlando Peçanha (zagueiros); Denílson, Lima, Gérson e Zito (apoiadores); Garrincha, Edu, Alcindo, Pelé, Jairzinho, Silva, Tostão e Paraná (atacantes).
1965: Pelé e Rose, sua primeira esposa, homenageados por Manoel Christino, pela Federação Paulista de Futebol.
Pelé e Pinheiro disputam a bola no Maracanã, em 1961. Olten Aires de Abreu observa. Logo depois nasceria o famoso Gol de Placa também para a literatura esportiva brasileira.

Na foto, até a saudosa Concha Acústica do Pacaembu é maravilhosa. Em pé: Zito, Olavo, Formiga, Getúlio, Zé Carlos Silvério e Gylmar. Agachados: Julinho, Pelé, Servílio, Chinesinho e Pepe. Era o campeonato brasileiro de seleções de 1959. Esse time ganhou de Pernambuco por 3 a 1 em jogo dirigido por Argemiro Félix de Sena, que expulsou Zito. A Seleção Pernambucana, treinada pelo lendário Gentil Cardoso, jogou e perdeu com: Waldemar, Geroldo, Edson, Clóvis e Givaldo; Zé Maria e Geraldo Caçapa; Traçaia, Zé de Melo, Paulo e Oswaldo.

Dondinho, pai de Pelé, é o primeiro em pé, da esquerda pra direita. Naquele BAC dos anos 50, o quarto agachado é Maneca.

Presidente Prudente (SP), em 1960, antes de um Prudentina x Santos: Vicente, Oliveira, Pelé e Ubaldo.

Veja se os dois não são parecidos: Pelé e Luis Carlos Feijão. A foto foi tirado em 1962, antes das filmagens de "Isto é Pelé", película em que Feijão faz o papel do Rei do Futebol na juventude.
Sempre nos finais de ano, amigos da Baixada Santista se reuniam para bater uma bola e relembrar histórias do passado nos gramados. O evento era organizado pelo ex-goleiro Maurinho, da Portuguesa Santista, e chegou a contar em algumas ocasiões com o Rei Pelé. Nesta foto, da esquerda para a direita, estão Miguel (Portuguesa Santista), Lima (Santos), Marcos (Santista), Nilton Batata (Santos), Juary (Santos), João Paulo (Santos), Otávio (Portuguesa Santista) e o massagista Rodiney; agachados o goleiro Maurinho (Santista), João Carlos (Portuguesa Santista e Palmeiras), Pelé (Santos), Jovenil (Santista), um torcedor não indentificado e Zé Carlos (Santos).
Pelé e Zancopé Simões: todo jornalista sonha em ter registrada, por foto ou vídeo, uma entrevista com o Rei do Futebol.
Aqui, Pelé ao lado de Tita (à esquerda) e Nelson (à direita).
Maior jogador da história do futebol mundial e do Santos Futebol Clube, Pelé já vestiu a camisa do Flamengo em uma oportunidade. No dia 06 de abril de 1979, quando já havia abandonado os gramados, entrou no Maracanã para participar de uma partida beneficente contra o Atlético Mineiro.
A renda obtida com a presença de 140 mil pessoas foi revertida para os desabrigados de uma grande enchente que atingiu o Estado de Minas Gerais.
O Rei teve participação efetiva na partida, que terminou com goleada rubro-negra por 5 a 1. Tabelou duas vezes com Zico e deixou o campo para a entrada de Luizinho.
Os gols do Flamengo foram marcados por Zico (3), Luizinho e Cláudio Adão. O gol do Galo foi de Marcelo.
O Flamengo jogou com Cantarele, Toninho, Rondinelli (Nelson), Manguito e Junior; Andrade, Carpegiani (Ramirez) e Zico (Cláudio Adão); Tita, Pelé (Luizinho) e Julio Cesar (Reinaldo). O Galo atuou com João leite, Alves, Osmar, Luizinho e Hilton Brunis; Cerezo, Marcelo (Carlinhos) e Paulo Isidoro; Serginho (Pedrinho), Dario e Ziza (Vilmar).

No dia 02 de agosto de 1959, no estádio da Rua Javari, Pelé marcou aquele que garante ter sido o mais bonito de todos os 1281 de sua carreira (veja foto acima). Contra o Juventus, na vitória santista por 4 a 0, deu três chapéus nos jogadores do Moleque, incluindo o goleiro, e saiu para comemorar.
O lance não foi registrado por nenhuma câmera de televisão, mas foi recriado em computação gráfica para ser exibido no filme “Pelé Eterno”. Pelé diz que estava sendo muito vaiado naquele dia pela torcida juventina. E que logo após o gol de placa, correu em direção a ela para desabafar.
Para imortalizar o feito, a diretoria do clube da Mooca inaugurou um busto na rua Javari, em evento que contou com a participação do próprio rei do futebol.

Entre tantos feitos de Pelé, é inegável que a marcação de seu milésimo gol merece uma referência especial. O feito ocorreu no Maracanã no dia 19 de novembro de 1969 e parece ter sido meticulosamente programado para acontecer
no maior estádio do mundo. Tanto que na partida anterior do Santos, um amistoso contra o Botafogo de João Pessoa, o Rei, após marcar, foi imediatamente foi para o gol a pedido do técnico Antoninho.
O milésimo foi marcado de pênalti, que o próprio Pelé sofreu ao ser derrubado por Fernando aos 34 minutos do segundo tempo. O árbitro Manoel Amaro de Lima, incontinente, apontou para a marca da cal. Na cobrança, o goleiro argentino Andrada ainda tocou na bola mas não evitou a explosão do Maracanã, que esqueceu o amor pelo Vasco e abraçou a causa do maior jogador de todos os tempos.
Naquela noite de 1969, muitos vascaínos abriram mão do amor pela cruz de malta para torcer por Pelé (à esquerda).
Milton Neves (dir) teve a honra de entregar prêmio a Pelé na festa de lançamento do Instituto Wanderlei Luxemburgo, no dia 1º de outubro de 2007.
A foto acima foi enviada pelo internauta Pedro Sergio Ronco, de Ribeirão Bonito (SP). Abaixo, confira o e-mail que Pedro nos mandou:
Esta é exclusiva!!!Por favor, envie a foto em anexo para o Miltão. Ele vai gostar de saber que o Pelé fez propaganda de uma Cachaça. A foto foi tirada por mim. A garrafa original está em poder do corintiano Geraldo Blota, o GB. Curioso é que a tampinha da garrafa se rompeu devido a ação da ferrugem e o líquido acabou se evaporando. O Pelé deveria ter 17 anos.
Obrigado pela atenção,
Pedro Sergio Ronco.

Acima, caricatura de Pelé, uma obra do colaborador Francisco Soza - www.sozacaricaturas.blogspot.com

Em 1959, na Cidade do México: Laércio, Zé Carlos, Coutinho, o jornalista Oldemario Touguinhó, Lalá, Pagão, Pelé e Mengálvio.
A foto, do dia 21 de junho de 1959, foi tirada na cidade espanhola de La Coruña. Maravilhosa por si só, mostra o Peixe posando 30 minutos depois de um jogo em que o goleou o Botafogo por 4 a 1 e ficou com a taça do torneio Tereza Herrera, um dos mais tradicionais do mundo disputado desde 1946. Por sinal, o alvinegro da Vila jogou tanto naquela ocasião que a torcida não arredou pé do estádio, lá ficando para aplaudir ininterruptamente os craques que bailavam com a camisa branca mais famosa do mundo. Em pé estão o tesoureiro Ciro Costa, Dorval, Fioti, o inesquecível Fiori Giglioti, o médico da delegação Daló Salerno, Lula, Getúlio, cartola não identificado, Zito, Athié Jorge Cury, Formiga, Lalá, Ramiro, Laércio, Mourão, mais um cartola não identificado, Modesto Roma e mais dois membros da delegação não identificados. Na fila de baixo estão Feijó, Dalmo, Pavão, Alfredinho, Coutinho, Álvaro, Afonsinho, Pelé, Pepe e o massagista Macedo com a camisa com a letra "E" estampada, em referência à palavra enfermeiro que, anos depois, seria substituída no meio futebolístico pelo "M" de massagista. Quanta saudade...e viva o Santos meu amor!!!!!
Santos, 1965, Morumbi em obras. Em pé: Carlos Alberto Torres, Zito, Oberdan, Lima, Gylmar dos Santos Neves e Orlando. Agachados: Dorval, Mengálvio, Toninho, Pelé e Edu
Vejam Pelé com apenas 18 anos em 05 de setembro de 1959. Nesta foto, está ao lado do árbitro Damico e dos bandeiras Zezão e João Gomes. Ao fundo, à direita, o craque da Vale do Paraíba Daniel. Este jogo aconteceu em Lorena contra o Hepacare Esporte Clube, e a Selecão do Exército, com Pelé, venceu por 5 a 2
Vejam a Seleção do Exército em 1959. Neste dia, enfrentou o Esporte Clube Estrela de Piquete (SP). Pelé esteve em campo pela seleção, marcou um gol, mas não conseguiu evitar a vitória do Estrela por 3 a 2. O 'Rei', aqui, é o quarto agachado da esquerda para a direita. O primeiro jogador em pé da esquerda para a direita é Clóvis Queiroz. O primeiro jogador agachado da esquerda para a direita é Roberto Bataglia e o primeiro jogador agachado da direita para a esquerda é Parada
Acima, a seleção brasileira em fevereiro de 1962, em preparação para a Copa do Chile. Em pé: De Sordi, Zito, Altair, Calvet, Gylmar e Airton Pavilhão. Agachados: Jair da Costa, Didi, Prado, Pelé, Zagallo e Mário Américo.
Vejam como ficou a rua Sete de Abril quando do lançamento do livro "Eu sou Pelé". O evento "entupiu" o centro de São Paulo. E vejam o Gordini branco: era do jornalista Orlando Duarte.
Crédito da foto: Arquivo pessoal do escritor Benedito Ruy Barbosa.
Friedenreich conversando com Pelé tendo Leônidas da Silva logo atrás. Vocês sabiam que essa foi a única vez que os três gênios estiveram lado a lado? Aconteceu em janeiro de 1959, quando o então jornalista esportivo Benedito Ruy Barbosa lançou o livro “Eu sou Pelé”. Foi o primeiro livro a homenagear o “Príncipe” Pelé que, à época, não era ainda Rei. Tanto que, meses antes, Didi fora escolhido como o melhor do mundo, na Copa da Suécia.
Aqui, o profético Benedito Ruy Barbosa conversa com Paulo Machado de Carvalho, enquanto Pelé autografa um exemplar do livro tendo Pepe Gordo ao lado.
Confira Benedito, à direita, atento ao carisma e à simpatia do Rei. O evento parou o centro de São Paulo, a partir da Rua 7 de abril. “Eu sou Pelé” foi o primeiro sucesso do genial escritor de Gália (SP), também criador das inesquecíveis “Pantanal”, “Os Imigrantes”, “Terra Nostra”, “Renascer” e “O Rei do Gado”, dentre tantas novelas. A “O Rei do Gado” foi ambientada em Guaxupé (MG) e “sensibilizada” em Muzambinho (MG). Ele se hospedou na casa de Milton Neves.
O então Príncipe e Benedito Ruy Barbosa no início da tarde de autógrafos quando do lançamento da primeira obra literária a destacar o mito Pelé.
Santos de 1958. Da esquerda para a direita, em pé: Feijó, Zito, Manga, Urubatão, Ramiro e Getúlio. Agachados: Dorval, Jair Rosa Pinto, Hélio Canjica, Pelé e Pepe.
Valdir Cardoso Lebrego (1933-1996), o Quarentinha, que aparece na foto acima entre Dino Sani e Pelé, com Dorval e Zagallo logo atrás. A foto é de mais uma disputa da Taça O’Higgins (20/09/1959), contra o Chile, pela Seleção Brasileira, partida essa que terminou com o escasso placar de 1 a 0. Gol de quem? Exatamente dele, Quarentinha, o maior artilheiro do Botafogo.
Crédito foto Blog do jornalista Roberto Porto
Por Breno Menezes, Rogério Micheletti, Gustavo Grohmann, Raphael Cavaco, Marcelo Rozenberg e Ednilson Valia.
Clique aqui e veja mais fotos da carreira do maior jogador de futebol de todos os tempos.
Ouça aqui- Matéria sobre o primeiro título mundial conquistado pela seleção brasileira, na Suécia, em 1958.
Clique aqui e veja mais fotos da carreira do maior jogador de futebol de todos os tempos na página Pelé, o atleta do século - II
Clique aqui e veja mais fotos da carreira do maior jogador de futebol de todos os tempos na página Pelé, o atleta do século - III
Clique aqui e veja mais fotos da carreira do maior jogador de futebol de todos os tempos na página Pelé, o atleta do século - IV
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